quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Desmatamento

Desmatamento é a desflorestamento e destruição das árvores um desaparecimento de florestas que é provocado pela ação humana.




Normalmente essa destruição é feita para a venda da madeira, também para a construção de rede elétrica, represas e para fazer fazendas e plantações. O desmatamento provoca muitos males, como por exemplo a desertificação.
Para vocês terem uma ideia, a cada 4 segundos é davastado o equivalente a o tamanho de um campo de futebol da floresta Amazônica.

*A melhor solução é o reflorestamento com restrição vigiada das florestas existentes.

Curiosidade- Ligre

LIGRE

Criado intencionalmente
O ligre não existe na Natureza, é um animal criado pelo homem como resultado de cruzamentos intencionais entre leões e tigres. Estamos assim perante um híbrido, que, por esse motivo, é quase sempre estéril. Apesar de ainda não se saber muito sobre esta criatura, tudo indica que, dadas as suas características, se vai tornar o maior felino conhecido.

Neste cruzamento, ao que parece, o gene que determina o tamanho perde-se, crescendo então estes animais de forma inusitada, podendo atingir uma altura corporal de 1,30 m e um comprimento de 2,60 m e pesar mais de 400 kg!

Cruzamentos
Têm sido feitos cruzamentos de pai leão com mãe tigre, e também o inverso, pai tigre e mãe leoa. Ao que parece, os animais resultantes destes dois tipos de acasalamento têm características físicas bastante diferentes, principalmente no tamanho e na coloração do corpo. Podem nascer animais com a coloração típica dos tigres mas com juba de leão, ou um animal que dificilmente se identifica com o tigre ou com o leão, já que apresenta simultaneamente semelhanças com ambos.

Aberrações
Os poucos animais que não nascem estéreis são ainda cruzados entre si, dando origem a verdadeiras aberrações de felinos.

Como pouco se sabe sobre os resultados já conseguidos não vamos, porque não podemos nem queremos, exceder-nos em mais comentários, esperando haver mais informação nos próximos anos, para então conseguirmos fornecer melhores esclarecimentos.

Felinos

Os felinos, para mim, são belos animais que passaram por diversas adaptações, tanto que são capazes de viver dês de montanhas até um deserto.
Os grandes felinos estão no topo da cadeia alimentar, acima deles só o homem, esse terrível predador que lhes moveu uma grande caça durante séculos.
Agora, felizmente esses animais começaram a ser olhados com outros olhos e, sobretudo com mais atenção.


Abaixo irei citar alguns felinos e suas características.

Chita
Nome científico:Acinonyx jubatus




Solitário
Chita, o contrario de outros felinos é um animal solitário, que só se faz acompanhar pelos filhos, se os tiver. Os irmãos também se mantêm juntos por algum tempo após a mãe considerar que estão prontos para viverem sozinhos.

Velocidade
A Chita é um animal extremamente veloz. Possui características diferentes de outros felinos, as suas unhas não são retracteis e todo seu corpo é músculo moldado para ser velocista, não utilizando a força com maior trunfo.
Sendo o animal terrestre mais veloz, chega a atingir 110km por hora e nunca pode fazer corridas superiores a 10 segundos.

Perigo
Dada a sua estrutura e o fato de viver solitária, a chita encontra muitos carnívoros, nomeadamente as hienas, que vão tentar levar a sua presa. Então quando caça leva a presa para uma zona mais protegida de onde possa observar os movimentos em seu redor para mais facilmente poder defender-se.

Reprodução
As chitas têm ninhadas de três ou mais filhotes, e a gestação dura cerca de 90 dias. A mãe amamenta as em exclusivo até estas terem cerca de 60 dias, depois e até os seis meses caça sozinha para eles e por volta dessa altura começa a ensiná-los a caçar. Até os dois anos, caçam e vivem juntos, e quando a mãe acha que estão preparados para sobreviver sozinhos, desaparece para nunca mais voltar.

Tamanho, peso e esperança de vida.
As chitas medem em média 1,30 de comprimento, 75cm de altura e pesam cerca de 50kg.
A sua expectativa de vida é de 20 anos.

TIGRE
Nome científico: Panthera tigris



Alimentação:
Estes animais necessitam de comer uma grande quantidade de carne por dia, em média cerca de 30 kg de alimento.
Da sua alimentação favorita fazem parte cervídeos, búfalos e outros bovinos, que lhes garantem muito alimento com uma única caçada, mas podem também atacar símios e javalis.

Hábitos
Apesar de ser muito ágil, a sua grande dimensão e peso leva a que tenha alguns hábitos diferentes de outros felinos, já que, por norma, gosta de caçar durante a noite, fazendo-o raramente de dia, e ao contrário de outros, evita longos e desgastantes «sprints» para procurar a sua presa. Prefere fazer emboscadas, esperando pacientemente, em zonas que sabe serem de passagem das suas presas favoritas, ou procura zonas perto de rios e lagos, onde pode encontrar alimento com alguma facilidade.

O território
Os tigres são animais muito territorialistas, marcando o perímetro do seu território com o odor da sua urina. Se sentir que outro macho vai tentar conquistá-lo, lutará ferozmente para o defender e, se eventualmente perder o combate, lutará até conseguir uma vitória noutro território. Muitas destas lutas provocam ferimentos com grande gravidade, e muitos deles são mortais, já que, por um lado o tigre ferido não se poderá alimentar, por outro lado, rapidamente as infecções serão fatais.

Reprodução
As fêmeas tigre têm em média dois a três filhotes a cada três anos. A mãe amamenta os filhotes e, mais tarde, ensina-os a caçar, sendo que, com cerca de dois anos, os jovens tigres são entregues ao seu destino. O tempo de gestação destes felinos dura entre 100 e 108 dias.

Tamanho, peso e esperança de vida
Os tigres machos podem, em média, medir 2,50 m, ter 90 cm de altura e pesar cerca de 200 kg. As fêmeas são ligeiramente mais pequenas e leves.
Os tigres podem viver cerca de 20 anos, embora em cativeiro e com bons cuidados alimentares possam viver um pouco mais.

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Ameaça de extinção-aves-

Arara-azul-grande
Arara-azul-pequena
Ararinha-azul
Araracanga ou Arara-piranga
Arara-de-barriga-amarela
Arara-vermelha
Bacurau-de-rabo-branco
Bicudo-verdadeiro
Cardeal-da-amazônia
Maracanã
Papagaio
Rolinha
Tucano-de-bico-preto

Amazônia tem 24 espécies de plantas ameaçadas

O Ministério do Meio Ambiente (MMA) divulgou, na sexta-feira (19), uma revisão da lista oficial das espécies vegetais ameaçadas de extinção. São 472 plantas, das quais 24 são nativas do bioma amazônico. Entre elas estão o mogno, a castanha-do-Brasil – também conhecida como castanha-do-Pará – e o pau-rosa.

A região mais ameaçada é a mata atlântica, com 276 espécies, seguida pelo cerrado, com 131, e pela caatinga, que tem 46 vegetais em perigo. A lista é quatro vezes maior que a anterior, publicada em 1992, que reunia 108 espécies. Nenhuma planta que estava ameaçada de extinção nessa época saiu da lista.

De acordo com nota publicada pelo ministério, o aumento das espécies ameaçadas se deve à pressão exercida pelo homem sobre as florestas e ao maior conhecimento científico sobre a flora brasileira.

O primeiro efeito prático da publicação da lista é a proibição da coleta desses vegetais. A partir de agora, qualquer manuseio dessas espécies tem que ser autorizado pelo Ibama. O MMA também anunciou que planejará, nos próximos cinco anos, ações para que essas espécies deixem de ser ameaçadas.

Desentendimento - A elaboração da lista de espécies em extinção foi encomendada pelo governo à Fundação Biodiversitas, uma ONG especializada em realizar estudos sobre a conservação da fauna e da flora. De acordo com a fundação, 290 biólogos trabalharam na elaboração da lista, que foi entregue no final de 2005 ao MMA, e continha 1495 espécies ameaçadas, das quais 60 pertenciam à Amazônia.

A relação publicada nesta sexta-feira, contudo, relaciona apenas um terço dessas plantas como ameaçadas de extinção. A justificativa do ministério é que não há informações científicas suficientes – dados como distribuição geográfica e riscos sofridos – para classificar as espécies restantes como ameaçadas de extinção. Elas foram relacionadas no documento oficial em uma lista à parte, onde são descritas como “com deficiência de dados”, e não estão sujeitas às restrições impostas às outras espécies.

Em nota divulgada à imprensa, a Biodiversitas afirma que utilizou no estudo os critérios da IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais), que são internacionalmente aceitos, e que não reconhece a lista oficial. “A nova lista de plantas ameaçadas de extinção no Brasil não corresponde à lista indicada pela comunidade científica brasileira, coordenada pela Biodiversitas”, diz o documento.

Especie de tartaruga pode voltar a existir

Os esforços para restaurar a população das tartarugas gigantes das Ilhas Galápagos estão entre os programas de conservação mais famosos e bem-sucedidos do mundo. Mas o trabalho chegou tarde demais para muitas das 15 espécies conhecidas das ilhas.
» Tartaruga gigante pode ter gerado descendentes
» Bangladesh tenta preservar tartaruga marinha
» Tartaruga ganha rodas em zôo de Israel

Ou será que não? Pesquisas extensivas de DNA em espécimes de museu e nas populações de tartaruga existentes sugerem que há chances de restaurar a Geochelone elephantopus, que habitou a ilha de Floreana. Charles Darwin testemunhou a captura de um grande número dessas tartarugas - que se acredita extinta em meados dos anos 1800 - por sua carne, casco e gordura.

Gisella Caccone, bióloga evolutiva de Yale, e seus colegas analisaram o DNA mitocondrial de 25 espécies de Floreana conservadas no Museu Americano de História Natural e no Museu de Zoologia Comparada de Harvard. Eles compararam o material com dados de DNA de outras espécies, inclusive a G. becki, encontrada em grande número na encosta do vulcão Wolf, na ilha de Isabela.

A comparação, descrita no periódico The Proceedings of the National Academy of Sciences, mostrou que boa parte das tartarugas de Isabela tem parentesco próximo com as espécies de Floreana. "Percebemos que esses indivíduos carregam genes de populações hoje extintas," disse Caccone.

Agora pode ser possível desenvolver um programa de reprodução para restabelecer a G. elephantopus, segundo os pesquisadores. Ao acasalar as tartarugas de Isabela que são geneticamente mais próximas à G. elephantopus e selecionar as proles mais similares para procriação, através de gerações sucessivas, pode-se restaurar a composição genética da espécie.

"A beleza dessa história é que o vulcão Wolf abriga uma população enorme," disse Caccone. "Então há boas chances de encontrar muitos indivíduos com características genéticas misturadas interessantes."

Linda imagem